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Sem Nexo
 


Por falar em inflação...

Retirado do site: www.charges.com (Maurício Ricardo).



Escrito por Willam às 20h21
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A taxa SELIC foi reajustada...

Isso mesmo. Agora a pouco foi anunciada o reajuste na taxa SELIC (0,75%). Ficamos agora com 13% a.a.

Muitos devem estar se perguntando: "e eu com isso"?

Na verdade, o "aperto monetário" (tão criticado pela situação governista atual, na gestão anterior) é a tentativa de conter a inflação. O "dragão" começou a cuspir pequenas faíscas e, para que não volte a ser um problema maior, optou-se por aumentar a taxa básica de juro da economia.

Infelizmente, isto implica no aumento do custo do dinheiro, formando-se uma tendência para aplicação em renda fixa, em detrimento dos investimentos na escala produtiva. A economia pode desacelerar. Diminuir os postos de trabalho - Já dá para imaginar o resto.

Salve-se quem puder.



Escrito por Willam às 20h05
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Caminhando e cantando...

É impressionante como reparamos os mínimos detalhes, ao comprar uma camisa, um sapato ou, mesmo, ao ver um jogo de futebol. Tem gente que fica reparando até na barriga do Ronaldinho Gaúcho. Mas isto é o de menos.

Mais impressionante ainda é notar o quanto ainda temos de pessoas que, ao votar no "futuro" de nosso País, Estado ou Município, não reparam em quem estão votando. Outros, elegem como prioridade a "política" do "quem dá mais", apostando (e perdendo) ao lado de seu pior inimigo. Sim, seu pior inimigo é aquele que compra (ou sugere) seu voto. Compra sua consciência. Descarta seu valor, enquanto ser social.

As oligarquias (ou famílias, dependendo do ponto de vista), principalmente em âmbito municipal, perpertuam-se no poder, usando deste artifício. Berço do nepotismo, sugam os recursos públicos em proveito próprio para, após quatro anos de sucção, novamente, aplicar uma parte do que foi digerido para comprar, novamente, a consciência dos insensatos.

Poderíamos fiscalizar os gastos de campanha, mas nós (eleitores) não fazemos isso. Não nos importamos. No mundo onde reina o capital e a força da ganância humana, prevalece a regra do "cada qual por si". Nem aí para a "vida" dos outros. Se, pelo menos, tivéssemos o cuidado de saber de "onde" e "quanto" realmente se está investindo numa campanha eleitoral, provavelmente, poderíamos escolher melhor nossos "líderes". Poderíamos (não estou aconselhando a ninguém, apenas fazendo algumas conjecturas) começar por excluir os que compram (ou tentam comprar) nossas consciências: estes, sem sombra de dúvidas, não merecem nosso voto. Igualmente, os que "montam" uma estrutura poderosíssima (em termos econômicos) também não deveriam merecer nosso voto (muito menos nossa confiança). Afinal, de onde vem este dinheiro? E, seja lá de onde quer que seja, este dinheiro não vai retornar para sua origem? Em caso afirmativo, de onde vão tirar este dinheiro para repor? (...)

Infelizmente, os valores que se atribuem ao candidato, na hora do voto (e na maioria da vezes), nem sempre priorizam o caráter, a honra ou suas habilidades para administrar (ou legislar). Prioriza-se a "idade", a "beleza" ou o "dinheiro" (dentre outras coisas que não condizem com o cargo ao qual almejam estes (...)). Lembro que, nas Eleições presidenciais cujo eleito foi o Fernando Collor de Melo, várias pessoas deixaram de votar no "Lula" pois o Collor era mais "bonito"... Além disso... "não vou com a cara deste barbudo".

"Assim caminha a humanidade"... Façamos uma corrente. Não venda seu voto.

 



Escrito por Willam às 19h47
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Para reflexão:

"O homem nasceu livre, e em todos os lugares ele está acorrentado."

Jean Jacques Rousseau



Escrito por Willam às 18h34
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Tribunal de Justiça paulista considera legal venda de celulares bloqueados

 
SÃO PAULO - O Ministério Público do estado de São Paulo moveu ação civil pública contra as operadoras TIM, Claro e Vivo alegando que, ao comercializarem celulares bloqueados, estariam exercendo prática abusiva e ferindo o Código de Defesa do Consumidor. Entretanto, a Justiça do estado de São Paulo considerou a ação improcedente.

A sentença foi do Juiz da 21ª Vara Cível, Fausto José Martins Seabra. Segundo ele, tanto na Resolução nº 316/2002 da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) quanto na 477/2007, que posteriormente a revogou, há a previsão do período de permanência mínima do usuário com a operadora.

Além disso, o Juiz entendeu que a venda não viola os artigos do Código de Defesa do Consumidor, na medida que assegura a liberdade de escolha do usuário.

O Ministério Público recorreu da decisão e aguarda nova sentença.

Anatel
No início deste ano, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) lançou
novas regras para a telefonia celular. Dentre elas, está a que prevê fidelização, a qual consiste em desconto e promoções fornecidas ao consumidor pela operadora.

Um exemplo é o caso de
aparelhos celulares com preço mais em conta ou gratuitos. Neste caso, o consumidor não poderá migrar para outra prestadora durante um período pré-acordado, de até 12 meses. Dessa forma, o desbloqueio poderá ser feito somente depois deste período. Se quiser desbloquear antes disso, o consumidor deve pagar o valor do aparelho.

 
Retirado do site www.infomoney.com.br


Escrito por Willam às 18h26
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CENSURADO



Escrito por Willam às 18h18
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O regime militar acabou. A ditadura da burguesia e dos grandes capitalistas contra a população, no entanto, permanece a mesma. Em alguns aspectos foi atenuada e recoberta com um verniz de democracia. Em outros, chega a ser igual ou até pior do que na época em que os generais estavam no poder.

Tortura, execuções sumárias, o famoso “esquadrão da morte”, milícias paramilitares; tudo isso ganhou forma e amplitude na ditadura militar. Desde então não desapareceu, e sim se aprofundou nos regimes chamados “democráticos”.

Recentemente, tem se destacado a censura a diversos órgãos de imprensa. Já a pesquisa de uma ONG britânica no ano passado revelou que o Brasil é o país recordista em perseguição à imprensa. Segundo a organização, considerando-se os cinco maiores grupos jornalísticos do país, há em média um processo para cada jornalista. Os jornalistas e órgãos de imprensa do interior e rincões do país são os que mais sofrem, sob o tacão das oligarquias locais, que dominam os governos e juízes locais.

Nas universidades, procura-se restringir cada vez mais a distribuição de panfletos e a atividade política dos estudantes em geral, chegando até mesmo a proibir festas estudantis e abrindo, todos os anos, centenas de processos administrativos contra os estudantes.

Em 2007 foram abundantes os processos que previam censura prévia, nos quais os juízes proibiam de antemão os órgãos de imprensa a divulgar determinadas notícias. Um dos mais escandalosos foi a proibição de que o jornalista Juca Kfouri publicasse matérias que “ofendessem” um deputado do PSDB, sob pena de multa de R$ 50 mil. Ou seja, proibindo o jornalista de emitir críticas ao deputado que é, ademais, uma figura pública que deve prestar contas à população que supostamente o elegeu.

Este ano, no entanto, promete ultrapassar até mesmo as expectativas mais negativas. No início do ano, João Pedro Stedile, considerado um dos líderes do MST, foi proibido pela Justiça de “incitar” movimentos e ocupações às instalações da Vale do Rio Doce, sob pena de multa, em ação movida pela empresa.

Recentemente, a censura tem atingido não apenas os rincões e os movimentos populares, conhecidos alvos para a repressão do governo, mas também as capitais e até mesmo a grande imprensa capitalista.

A Folha de S. Paulo e a revista Veja, por exemplo, foram multados por divulgar uma entrevista com os pré-candidatos à prefeitura de São Paulo e o Jornal da Tarde, ligado ao grupo de O Estado de S. Paulo, exibiu na sua edição de quarta-feira, 25 de junho, uma tarja de “censurado”.

O próprio Causa Operária Notícias Online já foi alvo de diversos processos de censura, inclusive de sindicalistas pelegos da Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios e da própria empresa de correios.

Os casos e a quantidade em que continuam a ocorrer são assustadores e revelam que a democracia no País não passa de uma fachada cada vez mais apagada para uma ditadura brutal contra a população brasileira.
 
Retirado do site www.pco.org.br
Matéria publicada em 26/06/2008


Escrito por Willam às 18h13
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E você?



Escrito por Willam às 18h01
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Vamos tentando retornar ao blog...

Pois é: o trabalho não me tem deixado atualizar (como deveria) este espaço mas, na medida do possível, buscaremos retomar o "prumo" e voltar com as postagens. Acho que esta é a segunda vez (ou terceira) que digo isso, porém, após alguns "eventos" de ordem pessoal, creio que agora será possível voltar (efetivamente) com as atualizações.

Vamos ver! 



Escrito por Willam às 17h57
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Lula é mesmo o "Pai do Pobres"?

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) apresenta nesta quinta-feira ao Senado, durante audiência que discute tributação, um levantamento que aponta que a eliminação da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) tem mais efeito na redução da desigualdade do que o programa Bolsa-Família, do governo federal.

O levantamento, obtido com exclusividade pela Folha Online, mostra que uma transferência dos tributos chamados indiretos, embutidos nos bens de consumo, para a cobrança direta, como o Imposto de Renda, pode reduzir a pobreza.

Segundo os dados, o fim da Cofins teria efeito na redução da desigualdade até três vezes maior do o Bolsa-Família. Com a eliminação do tributo, o Brasil passaria de 0,56 para 0,53 no Índice de Gini, indicador de desigualdade de renda (quanto mais perto de 1, mais desigual o país). O Bolsa-Família produziu redução de 0,01.

O índice nos anos 1960, antes do regime militar, por exemplo, era de 0,50. Uma sociedade onde todos tivessem o mesmo rendimento, teria índice zero. Para ser considerado razoável, um país precisa estar próximo de 0,40.

"O efeito é maior porque a Cofins está embutida nos bens de consumo, portanto tem um impacto grande nas camadas mais pobres. Mas, mesmo assim, ainda é preciso muito para o Brasil deixar esse índice tão alto de desigualdade", afirma Márcio Pochmann, presidente do Ipea.

Entre as alternativas apresentadas pelo instituto para uma tributação mais justa está o fim da Cofins e uma mudança no Imposto de Renda, com aumento das faixas tributadas e progressão na cobrança do tributo sobre os maiores rendimentos, chegando a 60%.

De acordo com o estudo, 32,5% dos brasileiros estão abaixo da linha da pobreza e têm renda de até meio salário mínimo per capita por mês -R$ 207,50.

Sem a cobrança da Cofins, embutida em bens de consumo, a porcentagem desse grupo cairia para 29%, o que resultaria em 6,4 milhões de brasileiros superando a linha da pobreza.



Escrito por Willam às 19h32
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A verdadeira "cara" do MOLUSCO.

Servidores do Incra e do Ibama, em greve há cerca de um mês, tiveram seus pontos cortados, ou seja, terão descontados do seu salário os dias parados. A medida passa a valer a partir desta sexta-feira. Os servidores seguem em greve.

A ordem veio de Lula. Em maio passado, o presidente disse que greve sem o corte de salário é férias. A declaração se deu em meio à discussão no governo sobre a regulamentação das greves do funcionalismo que, na prática, inviabilizam as paralisações. Na Lula coloca em prática, no Incra e no Ibama, as reais intenções por trás da dita regulamentação: intimidação, punição e imposição do arrocho salarial.

O endurecimento do governo não pára por aí: Lula também ordenou ao ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que não se negocie com nenhuma categoria que permaneça em greve, segundo informou o jornal O Estado de S. Paulo. Ele disse ainda ao ministro: “Olha lá, vou cobrar depois”.

Essa é a verdadeira cara de Lula: pune trabalhadores que reivindicam melhores condições de trabalho e salários decentes, mas permite a maior impunidade aos corruptos de seu governo que roubam milhões dos cofres públicos.

Matéria publicada em 15/06/2007 no site www.pstu.org.br

A ordem é "corta ponto geral"...

"Quer dizer que nosso nobre colega molusco também tirava férias, quando "fingia" que fazia "greve", no ABC?"

É uma figura mesmo. Nunca deveria ter saído de dentro da água.



Escrito por Willam às 19h29
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O tráfico manda "LEMBRANÇAS".

A Receita Federal apresentou ontem 3,5 quilos de cocaína que estavam escondidos em 71 cartas apreendidas segunda-feira no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador.
 
Os envelopes recheados de droga foram postados em diferentes agências dos Correios de municípios da Grande São Paulo e tinham como destinatários endereços na Espanha e na Suíça, como informou Ancelmo Gois em sua coluna no GLOBO.
 
Ninguém foi preso.
 
A cocaína, inicialmente avaliada em R$ 150 mil, será encaminhada ao Instituto de Criminalística da Polícia Federal, que vem investigando a nova modalidade de tráfico internacional.
 
Na semana passada, funcionários da Receita já haviam interceptado outras 117 cartas contendo 3,2 quilos de cocaína. Ao todo, em pouco mais de uma semana, agentes da Alfândega do Rio já flagraram 189 cartas com cocaína.
 
Agora, o titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da PF, delegado Victor Cesar Santos, quer saber se as duas correspondências partiram dos mesmos remetentes. Para isso, entrou em contato com as polícias dos países europeus aos quais os envelopes com drogas eram endereçados.
 
— Vamos checar a caligrafia nos endereços dos envelopes, datas, horários e locais em que as cartas chegaram aos Correios, para tentar encontrar os verdadeiros remetentes, que certamente não são os identificados na correspondência.
 
Eu acredito que esta segunda leva foi enviada antes da apreensão da semana passada — adiantou o delegado.
 
Responsáveis pela operação conjunta, agentes da Receita e dos Correios submeteram os envelopes ao aparelho de raios X, que detectou o conteúdo suspeito. O procedimento vem sendo adotado desde o dia 14 do mês passado, quando foi descoberta a primeira carta recheada com cocaína. Atualmente, as cerca de 40 mil cartas que saem diariamente do Brasil para o exterior passam pelo raio X do Aeroporto Internacional do Rio, que concentra a correspondência de todo o país.
 
Com exceção de um — que tinha 640 gramas —, cada envelope apreendido na segundafeira continha aproximadamente 40 gramas de cocaína, dentro de sacos plásticos. As cartas seriam entregues em cidades como Madri, Barcelona, Palma de Mallorca, Bilbao e Zurique.
 
O chefe da Receita Federal no aeroporto, Elis Márcio Rodrigues Silva, revelou que os Correios já acionaram órgãos encarregados de monitorar o transporte internacional de correspondência: — A nossa preocupação é que os Correios não sirvam de meio de transporte para a prática de crimes, sejam eles tráfico ou contrabando.
 
Matéria retirada de "O globo".


Escrito por Willam às 19h12
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Escrito por Willam às 20h44
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Escrito por Willam às 20h36
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FLAMENGO

FRAMENGO

FALHA NA CONEXÃO!

O "DAULODI" NUM PODE CÊ CONCRUÍDO

TENTE NOVAMENTE MAIS TARDE (2.037)



Escrito por Willam às 23h58
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