Quando eu vejo um filho da pátria com a camisa dos Estados Unidos Eu fico puto Eu fico louco Eu fico logo mordido Porque se fosse um americano eu já não ia gostar Mas o pior é brasileiro quando cisma de usar Uma jaqueta ou uma camiseta com aquela estampa D'aquela porra de bandeira azul vermelha e branca! Eu não suporto ver aquilo no peito de um brasileiro Me dá vontade de manchar tudo de vermelho Vermelho sangue Do sangue do otário Que não soube escolher a roupinha certa no armário E saiu de casa crente que tava abafando Eu vô tentar me segurar mas eu não tô mais agüentando!!
Quando eu vejo um filho da pátria com a camisa dos Estados Unidos (cores dos States com as estrelas e as listras) Quando eu vejo um filho da pátria com a camisa dos Estados Unidos (não somos patriotas nem nacionalistas) Quando eu vejo um filho da pátria com a camisa dos Estados Unidos (como Tio Sam sempre quis) Quando eu vejo um filho da pátria com a camisa dos Estados Unidos (amigo vai nessa que tu tá é fudido)
E ele saiu de casa crente que tava abafando Eu fico puto Eu fico triste Eu fico quase chorando De pena de raiva de tristeza de vergonha Quando eu vejo esses babacas esses panacas esses pamonhas Que têm coragem de ir pra rua com boné ou camiseta Com as cores da bandeira mais nojenta do planeta! Tem azul com estrelinha Tem branquinho e tem vermelho O filho da pátria é burro cego ou a casa dele não tem espelho? Eu acho que é burro mesmo Coitado Sem rumo sem governo totalmente alienado Bitolado do tipo que acredita no enlatado Que passou no Supercine desse sábado passado Eu tento me controlar conto até dez respiro fundo Ô filho da pátria é assim que cê pensa que vai chegar no 1º mundo? Vestindo essa bandeira de outro povo Vestindo essa roupa escrota de submisso baba-ovo Que vergonha que vexame que tragédia que fiasco: O enforcado desfilando com a bandeira do carrasco! Condenado Parece que merece a morte Me enraivece um colonizado usar a bandeira da metrópole! E não espere eles invadirem a Amazônia Pra saber que não passamos de uma mísera colônia Em pleno século vinte e um beirando o ano dois mil Por essas e outras devemos usar a bandeira do Brasil E lutar por um país fudido No quadro internacional Tira a camisa dos Estados Unidos seu débil mental!
Refrão
I'm an American and I'm pround of my flag But Gabriel is my friend and I understand what he said You gotta have personality keep your own nationality Look at yourself Try to live your reality And maybe we will all have just one nation some day But now use your own flag let me be USA Each one has his own country but life is way above We aint't talking about hate It's all about love... Amigo cê tá perdido enganado iludido Já devia ter sabido o que são os Estados Unidos Um país infeliz O mais hipócrita da terra Malucos suicidas e imbecis que adoram guerra Misturados num lugar cheio de farsa e preconceito Me diz porque essa merda de bandeira no seu peito? O quê que cê quer dizer quando veste uma camisa exaltando as belas cores dos opressores que te pisam? O quê que cê quer passar pra pessoa que olhar pro seu peito e num entender de que lado você tá? Mas não precisa responder Cê tá do lado de baixo Você é uma fêmea no cio e o Tio Sam é o seu macho Você é o capacho dos norte-americanos Por isso ainda acho que existe algum engano Porque eu não me rebaixo a passear vestido Com a roupa do inimigo: os Estados Unidos
Você já parou para pensar em quanto vale seu voto? Já se perguntou por que em época de eleição alguns candidatos te cumprimentam nas ruas, visitam sua casa, apertam sua mão e o abraço vem fácil, como se você e o candidato em questão fossem velhos amigos? A resposta nem sempre se manifesta do mesmo modo. Para alguns eleitores, o processo é esse, e o sistema, já desgastado e desacreditado, se encarrega de fazer sua parte, tornando o pleito carregado de propostas, algumas até indecentes, mas todas sempre voltadas para o mesmo objetivo: seu voto. Para outros eleitores, aqueles com sensibilidade e envolvimento com as questões da sua comunidade, estes gestos não bastam. É necessário um pouco mais. O candidato neste caso precisa ter propostas. Precisa convencer de que realmente está preparado para representar as milhares de pessoas da sua cidade. Para este grupo de eleitores, que leva em consideração a experiência, ações, projetos e dedicação do candidato, não basta apenas prometer e ter um discurso simpático e apelativo. É fundamental ter caráter, experiência e uma conduta correspondente ao que ele prega no palanque. Mas voltando a pergunta inicial, quanto vale seu voto? Ele valeria a vaga na creche? Valeria a consulta no posto de saúde? Valeria uma cesta básica? O seu voto valeria alguns poucos reais ou a promessa de um cargo público? E sua honestidade, quanto vale? Vale a pena se tornar um eleitor corrupto? Sim. Você se tornará tão corrupto quanto aquele político que estampa as manchetes dos jornais com escândalos por corrupção. Você certamente já criticou a conduta de políticos corruptos, e evitaria ser comparado a eles, não é mesmo? Então não negocie seu voto. Ao negociar seu voto você perde o direito de cobrar mais tarde. Quando vende seu voto, você perde o seu bem mais precioso, sua dignidade. O cidadão esquece que seu voto na urna é a maior prova da democracia deste País. Muitas vezes nos prendemos a contabilizar os gastos de campanha dos candidatos e esquecemos de contabilizar a nossa responsabilidade enquanto eleitores. Já dizia Aristótoles, o pai da filosofia política que “Cada povo tem o governante que merece, e, cada cidade tem a “cara” de seu prefeito”. Que tipo de cidade você quer ter nos próximos quatro anos? Pense bem. Estamos falando do futuro dos seus filhos. Estamos falando do seu futuro. Um político que tenta comprar seu voto, não tem comprometimento com nada nem com ninguém, e o eleitor que vende seu voto, é tão egoísta e irresponsável quanto esse político. Sua liberdade de expressão vale tanto quanto você, ou seja, ela não tem preço!
Texto escrito por: ELAINE MAIESKI, de Balneário Camboriú, publicado no site www.correiolageano.com, em 01/10/2008.
Prazer de eleitor é falar mal de político. Os adjetivos mais comuns são: ladrão, corrupto e sem vergonha. O eleitor nunca se dá por vencido. O detentor de cargo eletivo pode pintar a cidade de ouro que ainda assim alguém dirá: "Para que passar ouro nessas ruas, com tanta gente passando fome". O negócio é falar mal. De fato existem políticos ladrões, corruptos e sem vergonhas. Há aqueles que não valem a comida que comem. Estes, só chegam ao poder porque eleitores tão corruptos quanto eles o elegeram. Eleitores corruptos e sem vergonhas, que se vendem por R$ 50,00, por uma conta de energia elétrica quitada ou um rancho. Interessante que geralmente são estes mesmos eleitores que amaldiçoam os políticos, acredito, que para justificar sua própria canalhice. "Ah, vou vender meu voto mesmo, isso aí quando chegar lá em cima vai roubar de qualquer jeito!". Outros se vendem e acham que isto não tem nada de mais. "Ah, todo mundo vende, também vou vender o meu". Há os que se vendem várias vezes, os que se vendem mais não entregam o voto, votando em outro. Tem eleitor corrupto para todos os gostos. A maioria absoluta não se sente culpado. Acredita que isto é um processo normal dentro de uma eleição. É como acordar de manhã e ir escovar os dentes. Então, antes de ir votar, pegar dinheirinho não faz mal a ninguém. Como dinheiro não dá em árvore, é mais do que óbvio que o político que compra votos terá que ressarcir seu prejuízo. Se ele tem o poder na mão, não precisa ser nenhum gênio para saber de onde virá este ressarcimento. Para mim, eleitor que vende o voto é tão corrupto quanto o político que se dispõe a comprá-lo.
Escrito por ROLANDO CHRISTIAN COELHO, publicado em 10/10/2008, no site www.correiodosul.net
No Brasil, estamos acostumados com a expressão "político corrupto". A bem da verdade, as palavras "político" e "corrupto" há muito não se divorciam em uma frase. Estão sempre coladinhas. Uma perto da outra. Onde uma vai, a outra vai atrás. Onde uma está, lá está a outra também. No cenário político brasileiro elas formaram um par romântico, tal qual Romeu e Julieta.
Mas não é sobre políticos corruptos que pretendo falar. Sobre esse assunto vários jornais, revistas, noticiários, tablóides, sites, blogs, rodas de bares e mercearias têm se empenhado. Analistas políticos, filósofos, sociólogos, jornalistas, quitandeiros e engraxates tem dado seus pareceres sobre o tema.
Falemos, então, sobre a outra face da processo eleitoral. A outra vértice do assunto. O outra lado da moeda: o eleitor. Aquele que em tempos de eleição é a última bolacha do pacote. A luz no final do túnel. O prêmio de todo candidato. Mas não é sobre qualquer eleitor; é sobre o eleitor corrupto. Isso mesmo, apesar da palavra "corrupto" viver na "cola" do político, ela não é afeta somente à esta classe.
Fato é que nos acostumamos a analisar basicamente o erros de quem está no poder. As maracutáias do Planalto, os sanguessugas do Congresso ou o paraíso fiscal dos poderosos. Mas vem cá! E sobre os eleitores corruptos, ninguém nada fala? Aquele quem em tempos de eleição bate à porta dos políticos para pedir gasolina, novilha para o casamento, remédio para a sogra, cestas básicas, passagens, leitoa, emprego etc.. Sobre isso ninguém comenta nada?
Não nos enganemos. Tanto o deputado que surrupia dinheiro público, quanto o eleitor que pede/aceita um pequena ajuda são farinhas do mesmo saco. Tanto o prefeito que desvia verbas quanto o eleitor que recebe R$ 50,00 (cinqüenta real (errado, assim mesmo) em troca do seu voto estão incursos no mesmo erro: a corrupção.
Vejamos. Pegue seu dicionário. Folhei-o até a letra "C". Especificamente na palavra corrupto. Lá estará escrito: Corrupto – aquele que se corrompe; corrompido; depravado; devasso. Para ter um visão mais completa, volte um pouco mais até à palavra corromper; e lá estará escrito: Corromper – Apodrecer; estragar; perverter; viciar; subornar.
Portanto, quando um eleitor aceita o suborno de um determinado candidato, independente do valor, seja de alguns centavos, até altas cifras (pois o que importa não é o valor mais a atitude nefasta da pessoa), ele faz a vezes do corrupto passivo, aquele que recebe vantagem de outrem. E como diz o dicionário, tal pessoa está apodrecida, estragada.
Após a aprovação da minirreforma eleitoral (Lei 11.300/06), na qual os partidos e candidatos ficaram proibidos de distribuir brindes - como camisetas, chaveiros, bonés, canetas -, cestas básicas, ou "quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor", bem como proibidos de realizar os showmícios, com a participação de artistas, passei a ouvir uma quantidade enorme de reclamações. Dos políticos? Não! Não! Dos eleitores corruptos. Segundo eles "tal lei tirou a alegria das campanhas políticas". Ou como disse determinado eleitor: "Ah, agora é que eu não voto mesmo, não vou ganhar nada em troca".
Eis aí, portanto, nossos gloriosos eleitores corruptos. Aqueles que pleiteiam, pedem e requerem algo em troca do seu valioso voto. E o interessante é que fazem isso com a maior naturalidade do mundo, com a maior cara de pau, pensam que não estão fazendo nada de errado. Depois, no momento em que surgem escândalos entre os políticos, ele mesmo dizem: "Esse Brasil tá uma vergonha!".
Texto escrito por: VALMIR NASCIMENTO MILOMEM SANTOS, graduado e pós-graduado em Direito. Analista Judiciário Federal do TRE/MT. Matéria publicada no site www.diariodecuiaba.com.br, em 10/10/2008
“Quem quiser ficar rico, não vá ser juiz” João Batista de Arruda Sampaio, desembargador e jurista (1902-1987)
Desde que veio à tona a história do suposto grampo de uma conversa com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, galvanizou os anseios de uma parte da sociedade que enxerga nos ministros de tribunais superiores a chance de controlar o poder negado nas urnas em eleições recentes.
Como “vítima” de uma interceptação ilegal até agora não comprovada, Mendes acabou alçado à condição de paladino do Estado de Direito, dos valores republicanos e, por que não, da moralidade pública.
O episódio exacerbou uma tendência crescente do STF, a de interferir além dos limites de sua atribuição na vida dos demais poderes. Coube a Mendes chegar ao extremo, quando chamou “às falas” o presidente da República por conta da mal-ajambrada denúncia do tal grampo. O Congresso, a Polícia Federal, os juízes de primeira instância, o Ministério Público, ninguém escapa da fúria fiscalizadora do magistrado que ocupa o principal cargo do Poder Judiciário no Brasil.
Quem tem a pretensão e o pendor para “varão de Plutarco”, presume-se, segue à risca na vida particular os padrões morais que prega aos concidadãos. Não parece ser este o caso de Mendes. A começar pela sua participação no controle acionário do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Há de cara um conflito ético, ainda que as regras da magistratura não sejam claras o suficiente sobre a permissão de juízes possuírem negócios. Criado em 1998, o IDP organiza palestras, seminários e treinamento de pessoal, além de oferecer cursos superiores de graduação e pós-graduação. Entre 2000 e 2008, faturou cerca de 2,4 milhões de reais em contratos com órgãos ligados ao governo federal, todos firmados sem licitação. No quadro de professores contratados pelo instituto figuram ministros de Estado e dos tribunais superiores, e advogados renomados, vários deles defendendo clientes com ações que tramitam no STF presidido por Mendes.
A Lei Orgânica da Magistratura deixa dúvidas sobre os limites da atuação de juízes além dos tribunais. O parágrafo 2º do artigo 36 diz ser vedado exercer cargo de direção ou técnico de sociedade civil, caso do IDP, mas nada diz sobre possuir ações ou cotas do empreendimento. Magistrados mais antigos sempre interpretaram que a lei só permite ao juiz dar aulas remuneradas, nada mais. A visão tem mudado. Estudiosos do Direito como David Teixeira de Azevedo, professor da Universidade de São Paulo, e Dalmo Dallari, professor aposentado da USP, afirmam que não há nada na legislação que proíba expressamente a participação societária em empresas privadas. “É preciso ver, porém, se o juiz se valeu de sua condição para obter qualquer tipo de benefício.” * Colaboraram Filipe Coutinho e Phydia de Atahyde *Confira a íntegra desta reportagem na edição impressa
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorânciapolítica, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.
Peço desculpas aos que fizeram comentários que envolvem a Política Apodiense, pois os mesmos não podem ser aqui expostos, muito menos posso tecer considerações sobre os mesmos.
Após as Eleições, voltarei (pelo menos vou tentar) a atualizar o blog. Mas, não custa nada lembrar, o blog não é voltado para Política e nem será, mesmo após o dia 05/10.
Participo da Eleição dentro da minha condição de Cidadão apodiense e, como não faço matérias jornalísticas (como outros se propõem), retirei, inclusive, o "mural" de recados, justamente em respeito às regras da Justiça Eleitoral, para evitar coisas "estranhas" que aconteceram nos "murais" de outros blog´s apodienses.
Como Cidadão Apodiense, espero que minha escolha tenha sido a mais acertada. Espero, também, que as pessoas que me "ouviram" possam fazer suas escolhas de acordo com suas convicções, sempre respeitando seu livre convencimento.
Como disse aos que são mais próximos a mim: "Não comemoro Eleições, mas boas Administrações". O resultado do dia 05/10 para mim será "indiferente", até que o novo (a) prefeito (a) mostre a que veio. Repito: "Não comemoro resultado de Eleições".
Espero que a Eleição seja decidida pelo voto livre e consciente, e não pelo uso da "máquina" de compra que tem decidido vários pleitos nos mais diversos municípios de nosso Brasil.
O governo vai antecipar o pagamento de metade do
13º salário na folha de agosto.
Segundo o Ministério da Previdência, os
beneficiários do INSS receberão metade do 13º salário junto com o
pagamento referente a agosto. A medida tem impacto de cerca de R$ 6,9 bilhões e
deve beneficiar em torno de 22,4 milhões de pessoas, segundo cálculos da
pasta.
Essa será a terceira vez que o governo antecipa o pagamento de
parte do benefício de fim de ano, cumprindo acordo com entidades de
aposentados.
O presidente Lula ainda editará decreto tornando válida a
medida.
Parte dos aposentados e pensionistas receberá o benefício ainda
em agosto. Quem ganha até um salário mínimo, com cartões de finais um a cinco,
recebe entre os dias 25 e 29 de agosto. Os demais beneficiários — aqueles que
ganham o mínimo e têm cartões com finais de seis a zero e os que recebem mais de
um salário mínimo — terão antecipação paga entre os dias 1º e 5 de setembro. Com
o abono, a folha de agosto deverá superar os R$ 21 bilhões. Também têm direito à
antecipação quem recebe auxílio-doença.
Receita Federal extingue a Declaração Anual de Isento
A Receita Federal do Brasil anunciou hoje (01/08) a extinção da
Declaração Anual de Isento (DAI).
O Supervisor Nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, apresentou uma
relação de vantagens, tais como, extinção de uma obrigação acessória e redução
dos custos operacionais de processamento de cerca de 68 milhões de declarações.
A implementação
dessa medida foi possível porque a Receita Federal do Brasil está dotada de
ferramentas e informações que permitem o cruzamento de dados e a verificação da
situação de regularidade, ou não, dos contribuintes em seu cadastro.
Esclareceu ainda que a medida vale a partir do ano calendário 2008
(exercício 2007).
Os contribuintes que não entregaram a DAI nos anos anteriores e que estão
com o CPF na situação “suspenso” ou “pendentes de regularização” devem
regularizar a situação cadastral, por meio do pagamento da taxa de R$ 5,50 nos
agentes conveniados - Correios, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil
- para o caso de isentos, ou à entrega da Declaração de Ajuste Anual de
Imposto de Renda Pessoa Física, para os demais contribuintes.